Fitoesfingosina – Propriedades antiinflamatória e hidratante

A fitoesfingosina está presente no estrato córneo como um dos constituintes principais das ceramidas, que age na defesa natural da pele, protegendo-a contra as agressões físicas, químicas e biológicas, além de impedir a perda de água transepidérmica. Por isso, fitoesfingosina é obtida por um processo biotecnológico natural com propriedades antiinflamatória, antimicrobiana e hidratante, tratando a epiderme de forma suave, natural e sem riscos de hipersensibilidade.


As Fitoesfingosinas são esfingosinas derivadas de plantas com estrutura equivalente à encontrada nos animais.2,3

As esfingosinas são ácidos graxos naturalmente presentes no estrato córneo saudável.

Esfingosina é considerada parte da defesa natural da pele, melhora a retenção de água e possui um papel importante na regulação da homeostase epidermal.4,1

Além disso, a fitoesfingosina apresenta atividade antimicrobiana e alta ação anti-inflamatória comprovada por diversos estudos científicos.5


Eficácia anti-inflamatória da Fitoesfingosina

Amostras de pele sofreram inflamação induzida por estresse químico e em seguida foram tratadas com solução de fitoesfingosina, que promoveu uma redução de 37% na quantidade de interleucinas pró-inflamatórias IL-1α, comprovando a ação anti-inflamatória da fitoesfingosina.5



Neste mesmo estudo, foi demonstrado uma redução em 50% de indicadores de morte celular por inflamação após o uso da fitoesfingosina. 5


Eficácia

  • Seborregulador

  • Hidratante

  • Anti-inflamatório

  • Limpeza profunda

Indicação

  • Coadjuvante no tratamento e profilaxia da Seborreia Oleosa

  • Prurido

  • Eritema


Referências

1. Yilmaz E, Borchert HH. Effect of lipid-containing, positively charged nanoemulsions on skin hydration, elasticity and erythema - An in vivo study. Int J Pharm. 2006;307(2):232–8.

2. Imokawa G, Ishida K. Role of Ceramide in the Barrier Function of the Stratum Corneum, Implications for the Pathogenesis of Atopic Dermatitis. J Clin Exp Dermatol Res [Internet]. 2014;5(1):1–12.

3. Mueller RS, Bergvall K, Bensignor E, Bond R. A review of topical therapy for skin infections with bacteria and yeast. Vet Dermatol [Internet]. 2012 Aug [cited 2018 Feb 12];23(4):330-e62.

4. Kim S, Hong I, Hwang JS, Choi JK, Rho HS, Kim DH, et al. Phytosphingosine Stimulates the Differentiation of Human Keratinocytes and Inhibits TPA-Induced Inflammatory Epidermal Hyperplasia in Hairless Mouse Skin. Mol Med [Internet]. 2006 [cited 2018 Feb 18];12(1–3):17–24.

5. Pavicic T, Wollenweber U, Farwick M, Korting HC. Anti-microbial and -inflammatory activity and efficacy of phytosphingosine: An in vitro and in vivo study addressing acne vulgaris. Int J Cosmet Sci. 2007;29(3):181–90.

6. Capitani RD, Mercurio DG, Bueno F, Junior DC. Stability and Clinical Efficacy of Moisturizing Cosmetic Formulations Containing Vitamins C and E. Biomed Biopharm Res. 2012;9(2):215–24.

7. Mizoguchi H, Li J, Whittenbarger D, Marmor M, Jerajani H. The effects of a daily facial lotion containing vitamins B3 and E and provitamin B5 on the facial skin of Indian women: A randomized, double-blind trial. Indian J Dermatol Venereol Leprol [Internet]. 2010;76(1):20.

8. Draelos ZD, Matsubara A, Smiles K. The effect of 2% niacinamide on facial sebum production. J Cosmet Laser Ther. 2006;8(2):96–101.


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